NOSSOS SERVIÇOS

 NOSSOS SERVIÇOS

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA PROFESSORES

O Curso de Capacitação de Professores na Área da Deficiência Visual visa contribuir para o processo de formação continuada de professores das escolas públicas e particulares do Estado de Goiás. O mesmo se fundamenta na natureza dos conhecimentos científicos acerca da deficiência visual, nas recomendações da literatura com relação às competências necessárias ao professor que trabalhará com estes alunos, bem como, nas práticas pedagógicas dos profissionais do CEBRAV que, há vários anos, apoiam o processo de escolarização, deste público.

Público alvo: Professores que atendem alunos com deficiência visual.

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Alunos do Curso de Capacitação para Professores – Área Deficiência Visual, durante uma aula de Orientação e Mobilidade – OM, no momento em que os mesmos realizam um percurso pelo CEBRAV, e uma das alunas utiliza venda nos olhos e bengala.

APOIO ESPECIALIZADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL

A Educação Infantil possui especificidades próprias, não devendo ser entendida, apenas, como um período prévio e preparatório para o Ensino Fundamental, e sim, como uma etapa que desafia os sistemas de ensino a organizarem projetos pedagógicos que promovam o desenvolvimento global da criança. E este desenvolvimento requer uma abordagem pedagógica específica, voltada para conhecimentos, processos e habilidades associadas ao desenvolvimento intelectual, social, moral, emocional, físico, psicomotor, da consciência estética e da linguagem da criança, em seus primeiros anos de vida.

Esse serviço propõe o desenvolvimento de ações pedagógicas em um ambiente lúdico, no qual a brincadeira se funde com estratégias de aprendizagem, proporcionando à criança a construção dos conceitos necessários para a sua autonomia, ingresso e permanência na rede regular de ensino.

Público alvo: Crianças com deficiência visual com idades de 4 a 6 anos.

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Figura. Momento de uma aula de Arte com crianças na faixa etária entre quatro a seis anos de idade. As três fotos estão editadas com uma moldura branca e bolinhas coloridas. No alto, dois meninos, usando camisetas pretas sorriem após executar a atividade proposta pela arte-educadora, eles estão sentados em frente ao seu desenho que consiste em uma centopeia feita com as mãos e os dedos. Abaixo, à esquerda, a professora segura as mãos de uma menina, em movimento vertical, a fim que a criança perceba o gesto que conduzirá à confecção da ilustração da história. Do lado direito, uma criança está em frente ao seu desenho, podemos observar em destaque seus dedos em rosa e a palma da mão em azul.

APOIO ESPECIALIZADO EM ALFABETIZAÇÃO

A proposta desse serviço de alfabetização, através do Sistema Braille e de letras ampliadas, precisa prever algumas questões importantes para o desenvolvimento real de uma criança com deficiência visual. O professor alfabetizador não pode perder de vista as especificidades que cercam aquele aluno. A escolha correta de um processo, de um método e de técnicas adequadas tem de estar presentes nas metas traçadas por ele.

A criança com deficiência visual necessita ser trabalhada em todos os níveis: seu corpo e sua mente precisam integrar-se, formando um conjunto harmonioso de duas partes que têm de compatibilizar pensamento e ação. A tarefa é complexa, exige propósitos definidos e crença no êxito dos objetivos a serem alcançados.

Publico alvo: crianças de 6 a 9 anos.

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Figura. Fundo branco com bolinhas coloridas, três fotos de crianças sentadas no chão manuseando livros adaptados em Braille. Do lado esquerdo vemos quatro crianças de aproximadamente oito anos fazendo a leitura dos livros. Abaixo, close em duas mãos lendo o livro com adaptações em Braille. A direita uma menina sorridente vestindo blusa amarela segura um livro.

AULAS DE DANÇA

   A dança é a arte mais antiga criada pelo homem, desde seus primórdios o homem dança e se expressa através da mesma. Temos como proposta o Balé Clássico, o Jazz e as danças folclóricas e da cultura popular como agentes reabilitadores, devido às inúmeras qualidades corporais que elas propiciam ao sujeito que as pratica, com ou sem deficiência visual. Tratamos as danças com adaptações necessárias, revendo objetivos e finalidades, para que a mesma seja um meio facilitador da reabilitação, garantindo a autonomia e criatividade, sem negar a prática da arte e todo o conhecimento que nela reside.

Público alvo: pessoas com deficiência visual a partir de anos de idade.

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Descrição da foto: Em um fundo rosa com bolinhas brancas três fotos coloridas de seis bailarinas com idade entre 6 e 8 anos, vestidas com saias de tule rosa, algumas com collant e sapatilhas. Na parte superior elas estão na sala de aula frente a uma barra, em fila com os pés unidos e joelhos dobrados, braços entrelaçados e mãos dadas como uma corrente. Na parte inferior do lado esquerdo três estão sentadas no chão sentadas elegantemente, e três estão atrás de pé fazendo posições do balé com os braços. Do lado direito vemos as bailarinas se posicionando para a foto e a professora de costas indicando a posição dos braços.

EDUCAÇÃO MUSICAL

O ensino da música tem por objetivos gerais abrir espaço para que os alunos possam se expressar e se comunicar através dela, bem como promover experiências de apreciação e abordagem em seus vários contextos culturais e históricos.  O trabalho com esse gênero, desenvolve as habilidades físico-cinestésica, espacial,  lógico-matemática, verbal e musical, além das noções básicas de música, dos cantos cívicos nacionais e dos sons de instrumentos de orquestra. Os alunos aprendem cantos, ritmos, danças e sons de instrumentos regionais e folclóricos para, assim, conhecerem a diversidade cultural do Brasil.

Publico alvo: pessoas com deficiência visual a partir de 4 anos, e sem limite de idade.

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Figura. Em fundo verde com estrelinhas amarelas, duas fotos coloridas de seis crianças em pé tocando flauta e uma profissional sentada tocando violão.

INICIAÇÃO ESPORTIVA/ESPORTE DE RENDIMENTO

Este serviço tem como objetivo possibilitar às pessoas com deficiência visual, durante seu programa de reabilitação, alcançar os benefícios que as atividades esportivas oferecem, favorecendo uma melhor qualidade de vida e integração social. Essa consiste em oportunizar aos alunos a aprendizagem de várias modalidades, como: a estimulação e a ampliação do vocabulário motor por intermédio de atividades variadas de recreação, exercícios físicos e esporte de rendimento.

Publico alvo: Pessoas com deficiência visual a partir de 4 anos, e sem limite de idade.

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Figura. Foto colorida de uma jovem atleta do CEBRAV na pista de atletismo se preparando para saltar, ela veste uniforme do Brasil, usa uma venda rosa. A foto mostra o momento da corrida em que seus pés estão fora do chão.

CURSO DE INFORMATICA

O curso de informática tem a finalidade de proporcionar às pessoas com deficiência visual, um atendimento que habilita e ou reabilita para o exercício de sua autonomia e da sua profissionalização, tendo o computador como uma ferramenta de trabalho em uma realidade informatizada, bem como um entendimento em software e hardwares necessários para a acessibilidade, que  as conduzam  à independência no uso das tecnologias da informação e construa o exercício da liberdade intelectual, para o manuseio e produção da leitura e da escrita, por meio do uso do computador.

Neste sentido o curso de informática propõe trabalhar a qualificação em informática básica acessível, através de cursos de digitação e Windows, visando promover a inclusão digital e o desenvolvimento social e econômico, e também orientar os alunos para não só operar o computador, mas tê-lo como ferramenta de estudo, trabalho e lazer.

Publico alvo: pessoas com deficiência visual que domina o sistema Braille e ou a escrita convencional ampliada.

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Figura. Em fundo azul, duas fotos coloridas da sala de informática do CEBRAV. Na parte superior, perfil de um rapaz utilizando fone de ouvidos e sentado em frente ao computador, ele lê uma apostila em Braille. N aparte inferior, cinco jovens alunos sentados em seus computadores, a professora de pé auxiliando.

 

REABILITAÇÃO VISUAL

O serviço de Reabilitação Visual consiste em aprender a utilizar o resíduo da visão para desempenho de atividades educacionais e da vida diária. Essa reabilitação tem como objetivo estimular o hábito de olhar e observar, partindo da consideração de que, quanto mais se utiliza a visão residual, mais funcional ela se torna. Dessa forma, o reabilitador orienta a criança quanto ao ato de aproximar o objeto de acordo com a distância necessária para conseguir ver, identificar, distinguir, e denominar o que é visto.  Orienta-o também em relação a adaptação de materiais, para obter a melhor resposta visual, devendo esta estimulação ter início o mais cedo possível, visto que “(…) a visão é uma função que se aprende, a sua qualidade pode ser melhorada durante o período sensível (0 a 5 anos)” (Plut apud CASTRO, 1994, p.100).

Publico alvo: crianças e adolescentes com baixa visão.

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Figura. Foto colorida da Sala de estimulação visual do CEBRAV nela vemos uma mulher e um menino sentados em volta da mesa. Ela o orienta em uma atividade de encaixar blocos geométricos. Ao fundo vemos um armário branco com materiais utilizados no atendimento.

 

INTERVENÇÃO PRECOCE

Esse serviço tem o objetivo de promover oportunidades para o desenvolvimento global da criança e sua integração e participação na esfera familiar e social.

O programa de intervenção precoce consiste em um conjunto de métodos e técnicas que favorecem o ensino-aprendizagem envolvendo a criança e a família, a comunidade e os profissionais especializados atuando em uma perspectiva interdisciplinar, colaborando com que a criança com baixa visão ou a cega utilize plenamente seu potencial de desenvolvimento para lhe garantir uma vida com qualidade.

Público alvo: crianças com deficiência visual de 0 a 3 anos.

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Figura. Foto colorida da sala de intervenção precoce do CEBRAV. Nela vemos dois profissionais, duas crianças e uma mãe sentados em colchonetes coloridos realizando uma atividade, ao redor deles brinquedos e instrumentos musicais.

 

ATIVIDADES DE VIDA AUTÔNOMA E SOCIAL – AVAS

 

O serviço de AVAS tem o objetivo de proporcionar à pessoa com deficiência visuais condições para que alcance o nível máximo de independência, tanto nas atividades relacionadas aos cuidados pessoais, como também na sua vida doméstica e social. Esse serviço favorece ao deficiente visual, o desenvolvimento dos sentidos remanescentes, mediante atividades funcionais contextualizadas, a fim de que se torne autossuficiente para alimentar-se, vestir-se, executar as tarefas rotineiras do lar, conviver adequadamente e participar plenamente de sua comunidade.

Publico alvo: pessoas com deficiência visual a partir dos 7 anos de idade.

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Figura. Em fundo preto, três fotos coloridas de uma cozinha utilizadas no atendimento de atividades da vida diária (AVAS). Nela vemos uma jovem com touca no cabelo e avental, preparando um bolo. Na parte superior ela segura o bolo pronto. Ao lado dela, a profissional responsável pelo atendimento.

 

ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE

O serviço de Orientação e Mobilidade (OM) é de fundamental importância, e tem como objetivo a interação do indivíduo com o ambiente, possibilitando a conquista da sua autonomia e independência. A Orientação, para o deficiente visual, quer ele seja cego ou com baixa visão, é o aprendizado no uso dos sentidos para obter informações do ambiente e a Mobilidade é o aprendizado para o controle dos movimentos de forma organizada e eficaz. Neste sentido faz-se necessário a aquisição de habilidades para o desenvolvimento dos elementos motores, das técnicas de autoproteção, rastreamento, o uso de instrumentos de pré-bengala e bengala longa.

Publico alvo: pessoas com deficiência visual a partir dos 7 anos de idade.

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Figura. Foto colorida da calçada do CEBRAV com pista tátil amarela, nela duas crianças de aproximadamente onze anos caminham segurando uma bengala.

PRODUÇÃO DE MATERIAIS ACESSÍVEIS

Esse serviço tem a finalidade de garantir o acesso, pelas pessoas cegas e com baixa visão, aos materiais didáticos, literários e informativos de que necessitam para o seu pleno desenvolvimento educacional, profissional e cultural, impressos em Braille, ampliados e digitalizados.

Para atender a essa demanda o CEBRAV conta com salas equipadas para editoração, impressão e encadernação, adequadas à produção e adaptação dos citados materiais, bem como profissionais capacitados no sistema Braille, informática, ciências Humanas, Exatas e naturais e revisores com domínio sobre a grafia Braille.

Atualmente o CEBRAV disponibiliza materiais pedagógicos para alunos matriculados na rede regular de ensino, inclusive transcrições de avaliações pedagógicas em Braille e ampliadas, com fontes de acordo com a acuidade visual do usuário; formatação e adaptação de textos para serem lidos com programas sintetizadores de voz; transcrição de documentos, boletos e quaisquer outros textos para o sistema Braille, e deste para a escrita convencional.

Público alvo: Pessoas cegas e com baixa visão, de todo o Estado de Goiás.

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Unidade de Produção de Materiais Acessíveis – Os profissionais estão digitando e formatando os textos que serão entregues aos alunos nos formatos: Braille, fonte ampliada ou digitalizados.

 

 

 

 

 

 

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